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By Tomás Antônio Gonzaga

Adeus, cabana, adeus; adeus, ó gado;

Albina ingrata, adeus, em paz te deixo;

Adeus, doce rabil; neste alto freixo

Te fica, ao meu destino consagrado.

Se te for meu sucesso perguntado,

não declares, rabil, de quem me queixo;

não quero que se saiba vive Aleixo

por causa de uma infame desterrado.

Se vires a pastor desconhecido,

lhe dize então piedoso: — Ah! vai-te embora,

atalha os danos, que outros têm sentido.

Habita nesta aldeia uma pastora,

de rosto belo, coração fingido,

umas vezes cruel, e as mais traidora.