By Laurindo José da Silva Rabelo

Como juntos d’árvore santa,

Que por ímpios derribada,

Entre os frutos macerados,

Jaz em terra desfolhada,

Choram aves que gozavam

Dos aromas exalados

Das flores, dos sazonados

Belos pomos que brotou;

Saudosas daquela sombra,

Que do sol na intensidade,

No rigor da tempestade

Os seus dias abrigou.