A HUMA DAMA QUE LHE PEDIO HUM CRAVEYRO.

By Gregório de Matos Guerra

O craveiro, que dizeis,

não vo-lo mando, Senhora,

só porque não tem agora

o vaso, que mereceis:

porém se vós o quereis,

quando por vós eu me abraso,

digo em semelhante caso,

sem ser nisso interesseiro,

que vos darei o craveiro,

se vós me deres o vaso.