A LUIZ PINTO DE SOUSA, QUE PROMOVE O DESPACHO DE UM IRMÃO DO AUTOR
Senhor, deste volcão convencionista,
Eu, mais que o triste irmão, no p’rigo entrava
Que tem que ver fuzil, que não matava,
Co’a seta hervada de uma letra à vista?
Do Rosselhão na rápida conquista.
Da Madalena na subida brava,
Eu daqui mesmo ao lado seu marchava,
Nomeado por ele em assentista;
Hoje, porém, em que ambos nós curamos,
Ele o golpe do peito, eu os da caixa,
E com a espada a bolsa penduramos,
Qualquer de nós o alegre rosto abaixa;
E essa mão benfeitora vos beijamos,
Ele por despachado, eu por dar baixa.