A MINHA FELICIDADE

By Nicolau Tolentino de Almeida

Cesse, ó Nize, o teu rigor

Esse ódio injusto reprime:

Perdem o nome de crime

Os crimes que faz amor.

Torne ao seu antigo ardor

A nossa antiga amizade:

Adoça a rigoridade

Do penoso estado meu,

E faze c’um riso teu

A minha felicidade.