A UM TAFUL QUE PROTESTOU NÃO APONTAR À BANCA

By Nicolau Tolentino de Almeida

Que tornas a apontar, prometo e atesto;

Que eu, pássaro bisnau, tino garoto.

Depois de já ter feito o mesmo voto.

Jogo o que trago, e jogarei de resto;

Seguimos os tafuis o mesmo aresto,

Que segue nas tormentas o piloto;

Um parolim desfeito, um mastro roto

Tem produzido muito vão protesto:

Ainda dos ardidos jogadores

Vão as pragas subindo sobre o vento,

Já tornam para o jogo os laes senhores:

É caso em que não liga o juramento;

Qual parida, que grita com as dores,

E sai prenhe no lim do regimento.