A UM TAFUL QUE PROTESTOU NÃO APONTAR À BANCA
Que tornas a apontar, prometo e atesto;
Que eu, pássaro bisnau, tino garoto.
Depois de já ter feito o mesmo voto.
Jogo o que trago, e jogarei de resto;
Seguimos os tafuis o mesmo aresto,
Que segue nas tormentas o piloto;
Um parolim desfeito, um mastro roto
Tem produzido muito vão protesto:
Ainda dos ardidos jogadores
Vão as pragas subindo sobre o vento,
Já tornam para o jogo os laes senhores:
É caso em que não liga o juramento;
Qual parida, que grita com as dores,
E sai prenhe no lim do regimento.