AO CONDE DE VILA-VERDE, QUANDO MORREU O PAI DO AUTOR
Peito de tanta bondade
De bom pai o nome preza:
Levou-me um a natureza,
Mas deixou-me outro a piedade,
Amparai minha orfandade,
Porque a vossos pés me humilho:
Se não me abris outro trilho,
Tal a minha estrada vai,
Que irão co’a vida do pai
As esperanças do filho.