ÀS FIVELAS CHAMADAS A LA CHARTRE
Oh quantos mexicanos patacões,
Mareados talheres já sem par,
À tonta avó o neto vai furtar
De mofendos decrépitos caixões:
Fundidos em quadrados fivelões
Para à Chartres o neto passear,
Traz nos pés a baixela singular
Que podia servir em correões.
Capitão Vento-sul, rico holandês,
Que de prata sutil pequenos ós
Servem só de fivelas nos teus pés,
Vem admirar-te, vendo que entre nós
Traz o pobre peralta português
Por fivelas molduras de tremós.