FOTOGRAFIAS
Ei-la, a máxima sílfide impoluta
— A plenipotenciária da Beleza
Que a própria gente bárbara traz presa
À sua egrégia estética absoluta.
Canta, e a gente a davídica harpa escuta!
Ah! tamanha harmonia é, com certeza,
Toda a objetivação da Natureza
Rendida ao Som, no término da luta.
E Norme liame ideal a ela nos prende;
Quando ela chega, oculto gênio acende
Na imensidade a elipse ígnea dos sóis...
Seu canto é o Niebelungen da Germânia
E o homem extraordinário da Lituânia
Talvez chorasse, ouvindo a sua voz.