II
Oh Musa galicada, e fedorenta!
Tu, que ás fodas d’Apolo estás sujeita,
Anima a minha voz, pois hoje intenta
Cantar esse mangaz, que a tudo arreita:
D’esse vaso carnal, que o membro aquenta,
Onde tanta langonha se aproveita,
Um chorrilho me dá, oh Musa obscena,
Que eu com rijo tesão pego na pena.