IX
Tendo o cono patente no sentido
Na barriga o tesão lhe dava murros;
E de ativa luxúria enfurecido
Espalhava o cachorro aflitos urros:
Co’a lembrança do vaso apetecido
O nariz encrespava, como os burros;
Até que, em vão berrando pelo cono,
De todo se entregou nas mãos do sono.