PARÁBOLA, O PERUM
Cheio de si e de vento,
Faz roda inchado perum;
Depois serve de alimento,
Que é seu mérito comum.
O homem que se enfatua,
Como o perum, faz assim;
Porém morre, e a carne sua
De vermes é pasto enfim.
Cheio de si e de vento,
Faz roda inchado perum;
Depois serve de alimento,
Que é seu mérito comum.
O homem que se enfatua,
Como o perum, faz assim;
Porém morre, e a carne sua
De vermes é pasto enfim.