PARÁBOLA, O PERUM

By José Joaquim Correia de Almeida

Cheio de si e de vento,

Faz roda inchado perum;

Depois serve de alimento,

Que é seu mérito comum.

O homem que se enfatua,

Como o perum, faz assim;

Porém morre, e a carne sua

De vermes é pasto enfim.