PRÓLOGO

By José Joaquim Correia de Almeida

Rebelde consoante,

ao absurdo me obrigas!

Por ti (ninguém se espante)

são brancas as formigas!

Fazendo, como vedes,

acinte à pobre rima,

a ironia, que ledes,

no espírito não prima.

Com jeito arrombareis um formigueiro,

sem terdes de quebrar seguras trancas,

e então vereis se é caso verdadeiro

existirem aí formigas brancas.