RITINHA

By Sebastião Cícero dos Guimarães Passos

Ritinha, menina bela,

Que não faz nada por mal,

Namora pela janela,

Namora pelo quintal!

Prega-lhe o pai uma sova,

Que a põe de cama a chorar

E quase a conduz à cova.

E diz o velho a berrar:

“Arre! agora, felizmente,

Quero ver se inda és capaz

De namorar pela frente

E namorar por detrás!”