VI
Oh não! a rude maça, o arco infenso,
O grosseiro carcás prenhe de setas,
Não lhes pendem dos ombros; em seus peitos
Não cai feio colar de humanos dentes,
Nem talismãs de estólido prestígio,
Mas o divino emblema do Calvário,
A Cruz da Redenção, a imagem santa,
Meu Deus, do lenho em que expirou teu Filho,
Dando aos homens em troca do martírio
A liberdade, a salvação e a glória.