VI

By Luís Nicolau Fagundes Varela

Oh não! a rude maça, o arco infenso,

O grosseiro carcás prenhe de setas,

Não lhes pendem dos ombros; em seus peitos

Não cai feio colar de humanos dentes,

Nem talismãs de estólido prestígio,

Mas o divino emblema do Calvário,

A Cruz da Redenção, a imagem santa,

Meu Deus, do lenho em que expirou teu Filho,

Dando aos homens em troca do martírio

A liberdade, a salvação e a glória.