VI
Névoa... Névoa... O céu negreja...
Mas nem sempre a noite é escura:
Se hoje Vésper não lampeja,
Mais linda amanhã fulgura.
E em minh’alma — noite aziaga
Que mais e mais escurece, —
Quando uma estrela se apaga,
Essa não mais resplandece!
Névoa... Névoa... O céu negreja...
Mas nem sempre a noite é escura:
Se hoje Vésper não lampeja,
Mais linda amanhã fulgura.
E em minh’alma — noite aziaga
Que mais e mais escurece, —
Quando uma estrela se apaga,
Essa não mais resplandece!