VIII
À esquerda margem de profundo rio,
Em sitio ameno e plácido, coberto
De transparente areia, matizado
De formosas ilhotas de verdura,
Entre acácias virentes, moles palmas,
Alveja solitária e pobre ermida.
Silvestres flores dos portais aos lados,
Úmidas de sereno, abrem medrosas
À luz da lua as cândidas corolas,
Onde as brisas do estio ávidas libam
Suavíssimos bálsamos; na frente
Cercada de jasmins e maravilhas,
Mimos das mariposas forasteiras,
Qual um padrão da pátria em terra estranha,
Ela ainda! Ela sempre! Sempre bela!
A Cruz da Redenção protege os ermos!