VIII

By Luís Nicolau Fagundes Varela

À esquerda margem de profundo rio,

Em sitio ameno e plácido, coberto

De transparente areia, matizado

De formosas ilhotas de verdura,

Entre acácias virentes, moles palmas,

Alveja solitária e pobre ermida.

Silvestres flores dos portais aos lados,

Úmidas de sereno, abrem medrosas

À luz da lua as cândidas corolas,

Onde as brisas do estio ávidas libam

Suavíssimos bálsamos; na frente

Cercada de jasmins e maravilhas,

Mimos das mariposas forasteiras,

Qual um padrão da pátria em terra estranha,

Ela ainda! Ela sempre! Sempre bela!

A Cruz da Redenção protege os ermos!