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Um dos verdugos feros, praguejando,
Inda outra vez o Mártir levantava,
E com dobrada fúria o maltratava,
A face pura (infame!) profanando!
As filhas de Sião, ternas, chorando,
Pelas mágoas que o Justo suportava,
O chão que o sacro Sangue purpurava,
Iam com tristes lágrimas regando;
Vendo Jesus o dolorido pranto
Daquele afeto imaculado e santo,
Quis às pias mulheres consolar.
“Oh! não choreis por mim!” lhes diz, piedoso,
— “Que por vós, neste transe doloroso,
Por vossos filhos só deveis chorar!”