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By Delminda Silveira de Sousa

Um dos verdugos feros, praguejando,

Inda outra vez o Mártir levantava,

E com dobrada fúria o maltratava,

A face pura (infame!) profanando!

As filhas de Sião, ternas, chorando,

Pelas mágoas que o Justo suportava,

O chão que o sacro Sangue purpurava,

Iam com tristes lágrimas regando;

Vendo Jesus o dolorido pranto

Daquele afeto imaculado e santo,

Quis às pias mulheres consolar.

“Oh! não choreis por mim!” lhes diz, piedoso,

— “Que por vós, neste transe doloroso,

Por vossos filhos só deveis chorar!”