XII
Quando chove e a noite augusta
Com majestade aparece,
No céu, de um negror que assusta,
Nem um astro resplandece.
Mas os teus olhos — amados
Céus noturnos — quando choras,
Ficam de chofre estrelados!
Causam inveja às auroras!
Quando chove e a noite augusta
Com majestade aparece,
No céu, de um negror que assusta,
Nem um astro resplandece.
Mas os teus olhos — amados
Céus noturnos — quando choras,
Ficam de chofre estrelados!
Causam inveja às auroras!