XIV

By Manuel Maria Barbosa l'Hedois du Bocage

“Vendo a fome cruel do parrameiro,

Que essas negras entranhas te devora,

De putas um covil deixei ligeiro,

Por fartar-te de fodas sem demora:

Consolarás o rígido madeiro

N’uma fêmea gentil, que perto mora;

Mas não lh’o metas todo, pois receio

Que a possas escachar de meio a meio.”