XXVI

By Manuel Maria Barbosa l'Hedois du Bocage

Então, cheio de raiva, aperta o dente,

E na gostosa, feminil masmorra,

Alargando-lhe as pernas novamente,

Com estrondosos ais encaixa a porra:

Ela, que já no corpo o fogo sente

Do marsapo, lhe diz: “Queres que eu morra?

Tu não vês que me engasgo, e que estou rouca,

Porque o cruel tesão me chega à boca?