XXXI

By Manuel Maria Barbosa l'Hedois du Bocage

Alma nova cobrou, qual lebre aflita,

Que das unhas dos cães se vê liberta;

E apalpando a conaça (oh que desdita!)

Mais que boca de barra a encontra aberta;

Mas consola-se um pouco, e já medita

Em fugir da ruína, que é tão certa;

E em vingar-se do horrível Brutamonte,

Ornando-lhe de cornos toda a fronte.